Marca nacional ou internacional: por onde começar?

Resposta rápida

O registro nacional protege a marca no Brasil pelo INPI; a proteção internacional pode ser feita pelo Protocolo de Madri. O caminho mais comum é começar pelo registro nacional e, depois, expandir.

Negócios com ambição de crescer costumam se perguntar se devem registrar a marca apenas no Brasil ou já pensar no exterior. A boa notícia é que existe um caminho estruturado, e ele geralmente começa pelo registro nacional.

O registro nacional

O registro nacional é feito no INPI e protege a marca em todo o território brasileiro, dentro das classes registradas. Para quem atua ou pretende atuar no Brasil, esse é o ponto de partida indispensável.

O registro internacional

A proteção fora do Brasil pode ser obtida por meio do Protocolo de Madri, um sistema que permite solicitar o registro da marca em vários países a partir de um único pedido. Ele simplifica o processo de internacionalização, evitando que você tenha que abrir pedidos isolados em cada país manualmente.

Por que começar pelo nacional

Quando pensar no internacional

O registro internacional faz sentido quando o negócio já exporta, planeja vender no exterior, atua em comércio eletrônico para outros países ou quer proteger a marca em mercados estratégicos antes de chegar a eles. Pensar nisso cedo evita surpresas.

O risco de ignorar o exterior

Se você cresce e só depois pensa em proteção internacional, pode descobrir que outra empresa já registrou o seu nome em um país de interesse. Antecipar a estratégia protege os planos de expansão.

⚠️ Enquanto você lê, outra pessoa pode estar registrando a sua marca. O INPI protege quem chega primeiro.

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Como decidir o ponto de partida

Para a maioria dos negócios brasileiros, a sequência lógica é registrar primeiro no Brasil, consolidar a proteção nacional e, em seguida, avaliar os países prioritários para a expansão via Protocolo de Madri. Cada mercado tem suas particularidades, e o planejamento faz diferença.

Planejamento é tudo

A internacionalização não precisa ser feita de uma vez. Ela pode acompanhar o crescimento do negócio, desde que a base nacional esteja bem estruturada.

Conclusão

Comece protegendo a marca no Brasil e planeje a expansão internacional conforme o negócio cresce. Para estruturar essa estratégia, do registro nacional ao Protocolo de Madri, conte com a equipe jurídica da Agora Marcas, com mais de 20 mil marcas registradas e atendimento em 24 horas. Solicite uma consulta gratuita.

Perguntas frequentes

O registro no INPI protege minha marca em outros países?+

Não. O registro no INPI protege a marca apenas no Brasil. Para proteção no exterior, é necessário registrar nos países de interesse, o que pode ser feito pelo Protocolo de Madri.

O que é o Protocolo de Madri?+

É um sistema internacional que permite solicitar o registro de marca em vários países a partir de um único pedido, simplificando a proteção da marca no exterior.

Devo registrar primeiro no Brasil ou no exterior?+

Na maioria dos casos, o caminho é registrar primeiro no Brasil pelo INPI, consolidar a proteção nacional e depois expandir para os países prioritários via Protocolo de Madri.

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